quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

O Programa Xeque Mate volta com tudo

No ano de 2012 o Xeque Mate faz 10 anos, pensando nisso nossa equipe planeja muitas novidades para os nossos telespectadores. Enquanto isso os alunos participam de oficinas, preparando-os para mais um semestre de muito trabalho.

Fiquem ligados no nosso blog, twitter, e página para mais novidades. Se tiver alguma sugestão ou crítica contate-nos por twitter, facebook ou através do email assessoria_xequemate@yahoo.com.br.

Não percam o Programa Xeque Mate toda sexta-feira às 19:30 na TVU, com reprise na segunda-feira, às 12h.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Uma viagem pela história do cordel

Por Felipe Joseh

A novela Cordel Encantado, exibida pela Rede Globo de Televisão, despertou a curiosidade da população brasileira pelo cordel, uma manifestação artística de grande representatividade no cenário cultural nordestino e brasileiro. Você sabe com exatidão de onde vem o cordel do jeito que conhecemos e admiramos?
 
Pra quem pensa que o cordel é um estilo literário tipicamente nordestino e com suas origens fixadas na nossa região está muito enganado.  A literatura de cordel é mais antiga do que imaginamos, e, de acordo com pesquisadores, tem suas origens lá na antiguidade, durante o império greco-romano, passando pelos fenícios, cartagineses, saxões, até se popularizar na península ibérica (Portugal e Espanha), de onde vem a maior parte das nossas raízes linguísticas.
 
O estilo da forma que conhecemos vem de Portugal, e chegou ao Brasil junto com a vinda dos colonizadores durante o século XVI, tendo a Bahia, mais precisamente Salvador, como sua morada inicial. Partindo da capital nacional durante aquela época, o cordel se popularizou e se desenvolveu no nordeste, alcançando várias outras regiões, que originaram os estados assim como conhecemos hoje. E por que no nordeste? Simples. Nossa região foi o primeiro ponto nacional de mistura e convergência de diversas culturas, originando uma variedade artístico-literária muito interessante. Naturalmente, a região nordeste é o berço de um estilo literário com traços tão diversificados.
 
É datado de por volta de 1750 os primeiros repentes de cordel oral, só depois de alguns anos sem o reconhecimento merecido o cordel ganhou a fama de poesia popular, tendo como o improviso, sua mais fiel e peculiar característica. Algum tempo depois, o cordel também conquistou a produção escrita, tendo como percussoras, em sua maioria, pessoas ainda desconhecidas que, infelizmente, não tiveram trabalho reconhecido com o passar do tempo, pois os registros ainda são muito vagos e não possuem precisão.
 
Atribui-se a Leandro Gomes de Barros, um dos primeiros registros de cordel escrito no Brasil, autor da famosa “Peleja de Manoel Riachão com o Diabo”, um marco para a produção cordelista nacional.


*Dados baseados no site da Academia Brasileira de Literatura de Cordel (ABLC)*
Visitem: http://www.ablc.com.br/

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Novelas retratando a vida real


Por Rafaela Dantas





 

As novelas brasileiras são conhecidas por serem inspiradas na vida real. Inúmeros temas são abordados pelos autores em suas novelas, geralmente assuntos do momento, da vida política, ou social do país. Como também acontecimentos históricos importantes do passado da nação. Isso faz com que a população se interesse por novelas.

Uma das novelas que conseguiu reunir o maior número de assuntos polêmicos com certeza foi Chamas da Vida, que foi exibida pela Rede Record em 2009. A autora Christianne Fridman abordou em sua novela, pedofilia, uso de drogas, AIDS, estupro e aborto, mas sempre na dose certa, para não ficar pesado nem causar mal estar. A trama foi bem assistida pelos brasileiros, garantiu médias que variavam de 13 a 18 pontos, garantindo o segundo lugar no Ibope, e às vezes momentos de liderança.

A Rede Globo sempre veicula novelas que retratam a vida real da população em geral, seja ela rica ou pobre. Em Caminho das Índias (Glória Perez), que foi exibida em 2009, um dos temas tratados foi a Esquizofrenia. Ademir (Sidney Santiago) sofre com a doença e ajuda a informar sobre a complexidade deste problema. Mulheres Apaixonadas (2003) escrita por Manoel Carlos tratou de assuntos como o alcoolismo, os maus tratos na terceira idade, a violência contra a mulher e o desarmamento. O Clone (2001-2002) de autoria de Glória Perez abordou a cultura muçulmana, clonagem humana e dependência química. Laços de Família (2000-2001) também escrita por Manoel Carlos teve como temas a Prostituição vivida pela personagem Capitu, interpretada por Giovanna Antonelli. Assim como, o drama vivido por Camila interpretada por Carolina Dieackmann, que descobre estar com Leucemia e precisa urgentemente de um doador de medula. Cada novela tem um pouco, ou até mesmo muito da vida real.

As minisséries globais costumam retratar fatos históricos do nosso país, mas sempre romanceando a história. A Casa das Sete Mulheres (2003) narra à trajetória de personagens reais e fictícios durante a Revolução Farroupilha – movimento separatista antiimperial ocorrido na então província do Rio Grande (1835-1845). A Invenção do Brasil (2000) reúne ficção, documentário e comédia, é uma paródia que tem como fio condutor a trajetória de Diogo Álvares Corrêa (Selton Mello), um degredado português que viveu no Brasil no século XVI, e Paraguaçu (Camila Pitanga), uma índia por quem ele se apaixona. JK (2006), baseada na trajetória de Juscelino Kubitschek, conta a história de sua vida pessoal e política. Abolição (1988), a narrativa é centrada no período em que a Lei Áurea está prestes a ser assinada pela Princesa Isabel (Tereza Rachel), em 13 de maio de 1888. Nesse momento, o tema abolicionista era amplamente discutido nos centros urbanos, enquanto nas áreas rurais relações escravagistas ainda eram intensamente vividas.

Por fim, seja uma novela ou uma minissérie, seus autores sempre têm o interesse de retratar assuntos polêmicos, históricos e do cotidiano. Isso faz com que a novela se aproxime cada vez mais da vida do telespectador, fazendo com que ele a assista por se identificar com um ou vários temas abordados nela. É como diz o ditado: “A arte imita a vida!”

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

O desafio de assumir a nova prefeitura

Por Felipe Alves

O Xeque Mate entra ao ar essa semana com um convidado especial, o deputado Hermano Morais, que em entrevista ao nosso programa trouxe a tona o debate das eleições municipais de 2012. Ele é um dos pré-candidatos ao pleito municipal.

Assumir a administração de Natal no ano de 2013 (levando em conta que a posse do futuro prefeito ocorre em janeiro do ano seguinte à eleição) não será uma tarefa simples. A cidade do Natal vem de uma administração indiscutivelmente fracassada em termos de popularidade, e os desafios não são poucos. Além das recorrentes reivindicações relacionadas às necessidades básicas da população (saúde e educação de qualidade, segurança pública eficiente, e etc.), a nova prefeitura terá o desafio de administrar a cidade em tempos de copa do mundo, o maior evento que a cidade já recebeu em sua história, sem dúvida alguma.


Partidos e coligações já começam a se articular e traçar os objetivos para as eleições do ano que vem, e é nesse clima de disputa e expectativas que a cidade aguarda receosa o(a) novo(a) prefeito(a). Uma coisa é certa: o desafio de administrar Natal nunca foi tão grande. Esse e outros temas foram colocados em xeque no programa com Hermano Morais, que vai ao ar amanhã, dia 02/10, 19h30, na TVU.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

FUTEBOL PAIXÃO DE BRASILEIRO

Por: Rafaela Dantas

Nós brasileiros sabemos que o futebol querendo ou não faz parte da nossa vida, e principalmente da nossa cultura. Afinal, o mundo conhece o Brasil como “O País do Futebol” não é mesmo? A paixão pelo futebol faz parte de nossa história, de nossa tradição, tá no sangue do brasileiro.

O futebol influencia na vida da maioria das pessoas, seja ela mulher, homem ou até mesmo criança. A maioria dos homens (quase todos) são apaixonados por futebol, sendo assim, quando se tornam pais, querem passar essa paixão adiante para seus filhos e filhas. Antes mesmo de a criança nascer, seu pai já está imaginando como ela vai ficar com a camisa do seu clube e com a da seleção brasileira. Quando a criança vai crescendo, é influenciada pelo pai, mãe, avós, tios... Enfim, cada pessoa ao seu redor quer que a criança torça pelo seu time, geralmente quando a criança é esperta, ela torce pelo time da pessoa que te agrada com presentinhos (normalmente balinhas, chocolates, pipocas, dinheiro). E por ai vai.

Hoje em dia, as crianças vão cada vez mais novas aos estádios de futebol com os pais. Nas transmissões televisivas, é comum vermos crianças, tanto meninos, como meninas, acompanhando as partidas ao lado de seus pais. É na adolescência que realmente decidimos o time que vamos torcer, quando decidimos ai à coisa fica séria. A paixão pelo futebol que antes podia ser influenciada pelos pais acabou. A partir do momento que resolvemos o time para o qual vamos torcer a paixão vai automaticamente para o clube, então só nos resta torcer, incentivar, gritar, e dar apoio ao time escolhido.

E quando se trata da nossa seleção brasileira então, a paixão é maior, a emoção fica a flor da pele, o coração fica apertado a cada partida. Pena que ultimamente a canarinho esteja desacreditada por causa dos resultados ruins nos amistosos, já que a seleção não irá participar da Copa das Confederações, por sermos o país sede da próxima Copa do Mundo de Futebol (2014). Copa esta que já deu muita dor de cabeça ao governo brasileiro são obras de estádios atrasadas, correndo contra o tempo para ficarem prontos antes da abertura da copa. Além da polêmica da meio entrada nos ingressos para estudantes nos jogos da copa, a FIFA quer apenas diminuir o preço das entradas nos jogos da primeira fase, mas o governo não quer abrir mão da tradição da meio entrada em jogos.

Enfim, a paixão do brasileiro pelo futebol é inegável e salta aos olhos de todo o mundo. Seja a paixão pelo clube brasileiro, pela seleção brasileira, ou até mesmo algum clube europeu. Brasileiro vive, respira, ama, futebol, isso não mudará, seja na derrota ou na vitória, cada partida uma emoção diferente, o coração apertado, ou pulsando cada vez mais rápido pela felicidade da vitória. Como diria Galvão Bueno: “Haja coração!”